O referido texto leva o
leitor a repensar e inovar sua prática educacional visando o processo de
inclusão não só de pessoas com deficiência, mas toda e qualquer pessoa que
esteja inserida no ambiente facilitador e promotor da aprendizagem, onde a
ludicidade do circo é o ponto de partida para que realmente a inclusão
aconteça, e esta se dá como se fosse em um picadeiro com toda a magia que o
circo nos promove a diversidade de conteúdos que podem ser relacionados a
realidade do aluno com deficiência ou não, tornando-os participativos,
construtores de ideias e posicionamento. O texto também leva o leitor a
identificar os papéis do aluno com deficiência, do professor do AEE e o
professor da turma dita “normal”.
Ione teu blog está muito legal!
ResponderExcluirParabéns!!!